Mas há um dia...
É danado, mas há um dia, que, sabe-se lá porquê (até se sabe) tomamos consciência da nossa "finitude", morrem-nos os amigos, as referências de geração, ou de forma de estar, ficamos cada vez mais sós, cá nos aguentamos, que somos dessa espécie, a de nos aguentarmos, sobreviventes, por isso mesmo tenham cuidado connosco, não temos nada a perder e podemos ir aos limites do que possam imaginar, se é que podem imaginar seja o que for.
Teresa Dias Coelho
É danado, mas há um dia, que, sabe-se lá porquê (até se sabe) tomamos consciência da nossa "finitude", morrem-nos os amigos, as referências de geração, ou de forma de estar, ficamos cada vez mais sós, cá nos aguentamos, que somos dessa espécie, a de nos aguentarmos, sobreviventes, por isso mesmo tenham cuidado connosco, não temos nada a perder e podemos ir aos limites do que possam imaginar, se é que podem imaginar seja o que for.
Teresa Dias Coelho
(N.B. Acho que este post deve ser do ano 2019, mas não estou certo. Lamento)